Farejando sorte nas letras
Poeta conjuga, lima, talha, conversa
remove movimentos em momentos e todos
fazem sentir a rima no canto de cada avesso tomado
não querem fugir
do mundo vivido
querem se encorajar, mover-se, acalentar-se
diante amores vividos, mau vividos, desconhecimentos pessoais
combinam-se de artificios
e figem ter coragem: escrevem porque acreditam
que a única forma de amar: é conjuga-la em toda a forma.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
domingo, 22 de março de 2009
Adeus, velho mundo. Cá estou, novamente, repetindo ciclos profanos e gregorianos, equinócios representativos de uma alma em busca da eternidade.
Não há prata nem ouro que compre tempo investido na busca pela Paz Interior. Honrarias e medalhas esconderiam meu peito que anseia comunicar-me, solenemente, com sua paz. Por que esconder-me nelas?
Sim, foi um ciclo muito interessante. Enfrentei umbrais, templários e pessoais, conheci pessoas, entre elas pude me ver em olhares buscando Luz.
O tempo e o espaço foram cordiais, quando puderam. Saciaram-me até os últimos segundos, me preenchendo até quando podiam.
Vi estrelas, caminhei na areia até mesmo quando queria mesmo era dar um mergulho. Mas tudo sua hora... rs
Descobri que a meditação é o berço e o alicerce forte de quem deseja entender a si mesmo.
Meditei junto de quem desejava, senti vibrações sobre as quais nomes alguns materializariam. Permiti.
E porque esquecer que os erros, que nada tem a ver com o acaso, me mostraram caminhos difíceis, mas com profundo desejo de me saciar.
(Re)conheci mestres, não gurus. Sou feliz porque este neófito de alguma forma se completa neles.
Fortaleci amizades, filosofando por entre colunas, desejando acertar.
Enfrentei tribunais, mais interiores, mas exteriores também. O julgo estava sobre sim: aprendi.
Mas o quanto me falta: e porque haveria de acabar?
Mas sou grato: obrigado.
Degraus desfarçados em dificuldades ou em silêncio me apontarão o caminho que me leva diante de mim.
O caminho do coração: eis a via pura que tanto comungo com irmãos de branco.
Adeus!
(22/03/2009)
Não há prata nem ouro que compre tempo investido na busca pela Paz Interior. Honrarias e medalhas esconderiam meu peito que anseia comunicar-me, solenemente, com sua paz. Por que esconder-me nelas?
Sim, foi um ciclo muito interessante. Enfrentei umbrais, templários e pessoais, conheci pessoas, entre elas pude me ver em olhares buscando Luz.
O tempo e o espaço foram cordiais, quando puderam. Saciaram-me até os últimos segundos, me preenchendo até quando podiam.
Vi estrelas, caminhei na areia até mesmo quando queria mesmo era dar um mergulho. Mas tudo sua hora... rs
Descobri que a meditação é o berço e o alicerce forte de quem deseja entender a si mesmo.
Meditei junto de quem desejava, senti vibrações sobre as quais nomes alguns materializariam. Permiti.
E porque esquecer que os erros, que nada tem a ver com o acaso, me mostraram caminhos difíceis, mas com profundo desejo de me saciar.
(Re)conheci mestres, não gurus. Sou feliz porque este neófito de alguma forma se completa neles.
Fortaleci amizades, filosofando por entre colunas, desejando acertar.
Enfrentei tribunais, mais interiores, mas exteriores também. O julgo estava sobre sim: aprendi.
Mas o quanto me falta: e porque haveria de acabar?
Mas sou grato: obrigado.
Degraus desfarçados em dificuldades ou em silêncio me apontarão o caminho que me leva diante de mim.
O caminho do coração: eis a via pura que tanto comungo com irmãos de branco.
Adeus!
(22/03/2009)
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Para saber para onde vais: precisas saber de onde vieste;
Para saber com que velocidade te moves: precisas saber o que te faz andar;
Para saber em quem se instruir: vedes as três grandes virtudes, o servir, a sinceridade e a tolerância.
Para saber porque acreditar em si: olha ao teu redor a pessoa em quem mais conheces;
Por que se deve se conhecer: para ser forte com as paixões e ser humilde com as vitórias;
Por que acreditar em Deus: porque conheces a natureza;
Por que amar a todos: porque são todos um;
Por que servir: porque te fazes útil e aprendes solenemente o trabalho no silêncio;
Por que meditar: para te refletir, te proteger e te purificar;
Como meditar: sendo sincero em desejos, purificando pensamentos e emanando-os para todo o universo;
Quando meditar: sempre, quando sentir vontade, intermediando conversações;
Como agir: com o coração e sustentado pela razão;
Quando agir: sempre que tu fores necessário;
Como superar um erro: entendendo como não errar mais;
Como vencer: em silêncio, amando a si mesmo.
Por que vencer: porque tentas e podes conseguir.
Quais instrumentos ter: trabalhar da melhor forma no que te sustentar, respeitar os momentos de estudo, sejam espirituais ou intelectuais, e ajudar a quem for possível;
Por que tolerar: porque sabes que podes errar;
Por que ser sincero: porque a verdade bem dita é receptiva nos momentos mais adversos.
Por que ser melhor: porque colocas somente você como adversário;
Como cruzar o umbral das dificuldades: com a luz da tua consciência;
O que dizer ao Mestre: somente tu conheces o que necessitas;
Por que ser bom: porque isso atrai bondade;
Por que respeitar os animais: porque o que te separa deles é a consciência;
Por que não comer animais: porque não precisas;
Por que comer vegetais: porque são formas de vida vibracionalmente permissíveis;
Para saber com que velocidade te moves: precisas saber o que te faz andar;
Para saber em quem se instruir: vedes as três grandes virtudes, o servir, a sinceridade e a tolerância.
Para saber porque acreditar em si: olha ao teu redor a pessoa em quem mais conheces;
Por que se deve se conhecer: para ser forte com as paixões e ser humilde com as vitórias;
Por que acreditar em Deus: porque conheces a natureza;
Por que amar a todos: porque são todos um;
Por que servir: porque te fazes útil e aprendes solenemente o trabalho no silêncio;
Por que meditar: para te refletir, te proteger e te purificar;
Como meditar: sendo sincero em desejos, purificando pensamentos e emanando-os para todo o universo;
Quando meditar: sempre, quando sentir vontade, intermediando conversações;
Como agir: com o coração e sustentado pela razão;
Quando agir: sempre que tu fores necessário;
Como superar um erro: entendendo como não errar mais;
Como vencer: em silêncio, amando a si mesmo.
Por que vencer: porque tentas e podes conseguir.
Quais instrumentos ter: trabalhar da melhor forma no que te sustentar, respeitar os momentos de estudo, sejam espirituais ou intelectuais, e ajudar a quem for possível;
Por que tolerar: porque sabes que podes errar;
Por que ser sincero: porque a verdade bem dita é receptiva nos momentos mais adversos.
Por que ser melhor: porque colocas somente você como adversário;
Como cruzar o umbral das dificuldades: com a luz da tua consciência;
O que dizer ao Mestre: somente tu conheces o que necessitas;
Por que ser bom: porque isso atrai bondade;
Por que respeitar os animais: porque o que te separa deles é a consciência;
Por que não comer animais: porque não precisas;
Por que comer vegetais: porque são formas de vida vibracionalmente permissíveis;
Sinceridade é um elo entre o Amor e a Palavra: saiba diferencia-la da sarcacidade.
Amor é um elo entre a Sabedoria e a Criação: está em tudo e em todos.
Sabedoria é um elo entre a Dignidade e o Verbo: saiba diferencia-la do racionalismo;
Fraternidade é um elo entre a Temperança, Amor e Trabalho: saiba diferencia-lo do clube;
Servir é um elo entre a Gratidão, Sinceridade e a Pureza: servir sempre com pensamentos, palavras e ações;
Orar é conectar-se à Criação: procure meditar enquanto ora, doe mais, se energize. Quando nos harmonizamos com o Cósmico não precisamos pedir, porque sabemos quando agir e colheremos na hora correta.
Respeite o próximo: há uma Centelha Divina dentro de cada um de nós, não a agrida por se achar correto.
Tolerância é estender a mão a quem nos magoa e respeitar o limite e a vontade de compreensão de cada um.
Amar é a única força que por mais que se use, nunca se excede. Amar no sentido estrito e místico do termo é utilizar de todos os argumentos divinos para fortalecer o ideal do Serviço e praticar a Tolerância.
Todos erramos: mas por que desistir?
Disciplina é o elo entre a Vontade e o Êxito
Amor é um elo entre a Sabedoria e a Criação: está em tudo e em todos.
Sabedoria é um elo entre a Dignidade e o Verbo: saiba diferencia-la do racionalismo;
Fraternidade é um elo entre a Temperança, Amor e Trabalho: saiba diferencia-lo do clube;
Servir é um elo entre a Gratidão, Sinceridade e a Pureza: servir sempre com pensamentos, palavras e ações;
Orar é conectar-se à Criação: procure meditar enquanto ora, doe mais, se energize. Quando nos harmonizamos com o Cósmico não precisamos pedir, porque sabemos quando agir e colheremos na hora correta.
Respeite o próximo: há uma Centelha Divina dentro de cada um de nós, não a agrida por se achar correto.
Tolerância é estender a mão a quem nos magoa e respeitar o limite e a vontade de compreensão de cada um.
Amar é a única força que por mais que se use, nunca se excede. Amar no sentido estrito e místico do termo é utilizar de todos os argumentos divinos para fortalecer o ideal do Serviço e praticar a Tolerância.
Todos erramos: mas por que desistir?
Disciplina é o elo entre a Vontade e o Êxito
Anulei o mundo de minhas preocupações: cansei de ser servido. A vida só vai ter importância quando vestirmos nosso avental e SERVIMOS. E quando assim o aceitamos, encaramos, apesar de embaraçados, as dificuldades como ciclos a ser vencidos e não mais como problemas. Tudo é uma função: coloque-se como quiser (domínio ou imagem), mas há sempre uma solução certa, e isso não implica que seja única. Ser para vir, vim para ser: servir e não: servido.
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