sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

A humanidade na história

"O nada não pode dá origem a coisa alguma".

Antepassados demonstram que a história da humanidade
vem se repetindo ciclicamente
num redomoinho convergente
à sabedoria, à força e à beleza
do que rege todo o universo:
a ação criadora nos guia
nos impulsiona
veja que belo
eis a vida
AMOR

Mestres dos Mestres nasceu
caminhou, ensinou, orou
med-itou
agora,
deixe-o nascer
no seu coração
te guiar
te mostrar que a mansidão
a humildade e a inspiração
de sua vida
está
na tentativa
na persistência

Quanto preciso melhorar!
Ah!
D'us me ajude!
D'us te ilumine!
que a Terra seja
portadora não só da Bíblia,
mas de suas lições a cada história escrita

Assim sê
Já!

sexta-feira, 12 de março de 2010

ósculo e-tern-o

Silente noite desejava encontrar
Alguém que me levasse passear perto do mar
Sem pontuar nos espaços considerados de uma vontade
de continuar ritmado numa passagem sem gramáticos fanáticos
repetindo as literaturas nuas sem prosa sem nexo sem sexo

Desejava encontrar facilidade
de um mundo que teima em complicar
nessa balança equilibradora, forçosamente equilibradora
mas nós que somos complicados
fugazmente desesperados, tontos, tom de solidão

Preciso do simples, do humano, do aventalizador trabalho
que me prende à unidade celeste
preciso sair do ósculo eterno que me prendeu na matéria
e esquecer que um dia as vírgulas me uniram no hino frenético à terra

sair, nascer, entrar, penetrar, no profundo véu das idades
ver dades
Amém!

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

UNIVERSO




Ciclos retomados, Sol poente, nascente, pungente
brilhando amor, esperança, explendor
Tem algo nascendo, renascendo e morrendo
é o que há dentro de nós se fortalecendo, se externando, revivendo
querendo sair, pungir, falar e crescer
é a Chama Crística, pura essência de quem quer reviver

É o Cristo sereno, ágil
é a força d'vina agindo, penetrando, querendo se expandir
Revivendo ciclos, retomando-me à Unidade, univerdiversidade, universamente
UNIVERSO
quero alcançar aquela estrela
nativa
que nasce
em cada ação sincera
pensamento puro
palavra gentil
é a estrela que reage diante dos infortúnios, do erro
que persiste, latente, vibrando,
Obrigado, ano,
Ciclo renomado, humanamente formado
Para nos incentivar
a continuar andando, persistindo
Juntos aos irmãos de branco,
de tão belos caracterizados
com amor no coração

Uni-vos, Amor Universal
ao nosso peito, ao nosso seio,
ao nosso coração.
Comanda nossa cabeça,
repousa em nosso peito,
reage o abdomen
É o amor, fluindo pelo nosso corpo
MICROCÓSMICO
da vida
célula d'vina
rumo à reintegração

Ieshuá, mestre dos sábios,
comanda esta humanidade,
nos ensina a Lei Universal
nos faz encontrar o que há de mais puro
em cada ser
É tão puro tua missão,
nos contamina, nos anima
És nossa tradição:
amar e servir,
incógnitos do porvir
semeando lição.

Paz peace shalom
Reler o que está escrito
nas mais diversas línguas
mas não esquecer do CORAÇÃO

Quantos umbrais vencidos,
medos encolhidos, à luz iluminados,
portais superados,
umbrais cruzados,
É a Morte sendo vencida.
Desejo acolhimento, nas obrarias de Salomão,
um tempo sendo construído
Ao bem de toda nação.

Que a sabedoria d'vina
repouse
recrie
transforme
sustente
embeleze
presida
orne
nosso lar espiritual

Assim Seja!
24/12/2009
às 16:44H

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

A Sem Título

Farejando sorte nas letras
Poeta conjuga, lima, talha, conversa
remove movimentos em momentos e todos
fazem sentir a rima no canto de cada avesso tomado

não querem fugir
do mundo vivido
querem se encorajar, mover-se, acalentar-se
diante amores vividos, mau vividos, desconhecimentos pessoais
combinam-se de artificios
e figem ter coragem: escrevem porque acreditam
que a única forma de amar: é conjuga-la em toda a forma.

domingo, 22 de março de 2009

Adeus, velho mundo. Cá estou, novamente, repetindo ciclos profanos e gregorianos, equinócios representativos de uma alma em busca da eternidade.
Não há prata nem ouro que compre tempo investido na busca pela Paz Interior. Honrarias e medalhas esconderiam meu peito que anseia comunicar-me, solenemente, com sua paz. Por que esconder-me nelas?
Sim, foi um ciclo muito interessante. Enfrentei umbrais, templários e pessoais, conheci pessoas, entre elas pude me ver em olhares buscando Luz.
O tempo e o espaço foram cordiais, quando puderam. Saciaram-me até os últimos segundos, me preenchendo até quando podiam.
Vi estrelas, caminhei na areia até mesmo quando queria mesmo era dar um mergulho. Mas tudo sua hora... rs
Descobri que a meditação é o berço e o alicerce forte de quem deseja entender a si mesmo.
Meditei junto de quem desejava, senti vibrações sobre as quais nomes alguns materializariam. Permiti.
E porque esquecer que os erros, que nada tem a ver com o acaso, me mostraram caminhos difíceis, mas com profundo desejo de me saciar.
(Re)conheci mestres, não gurus. Sou feliz porque este neófito de alguma forma se completa neles.
Fortaleci amizades, filosofando por entre colunas, desejando acertar.
Enfrentei tribunais, mais interiores, mas exteriores também. O julgo estava sobre sim: aprendi.
Mas o quanto me falta: e porque haveria de acabar?
Mas sou grato: obrigado.
Degraus desfarçados em dificuldades ou em silêncio me apontarão o caminho que me leva diante de mim.
O caminho do coração: eis a via pura que tanto comungo com irmãos de branco.
Adeus!

(22/03/2009)