Boa Viagem
sujeira
prédios
gente
bêbados
gatilhos
em ressaca
côcos
cocôs
boiando
n'água...
Fim de feriado: obrigado, viva a rotina, a natureza agradece.
domingo, 4 de novembro de 2007
domingo, 21 de outubro de 2007
à morte
[d] [i] [g] [i] [t] [a] [r] à +morte+ é como #viver# um pouco
c. a. d. a. ¨vida¨ "es--f-acel--ada pela Suª visita
Viver a vida dos amigos, dos parentes que velam sua (matéria) já sem v_ida
A vida é uma _ida_ sem volta;
Morte é uma vinda, sem desped_ida
A todos aqueles que !ajudam! a morte acontecer
Que financiam o ^=tráfico =^
Que compram %status% e esquecem dos pobres
Que deixam irmãos nas calçadas a pedir dinh$iro
Mor_te a ti
Vocês acabaram com o meu d_d' ia.
c. a. d. a. ¨vida¨ "es--f-acel--ada pela Suª visita
Viver a vida dos amigos, dos parentes que velam sua (matéria) já sem v_ida
A vida é uma _ida_ sem volta;
Morte é uma vinda, sem desped_ida
A todos aqueles que !ajudam! a morte acontecer
Que financiam o ^=tráfico =^
Que compram %status% e esquecem dos pobres
Que deixam irmãos nas calçadas a pedir dinh$iro
Mor_te a ti
Vocês acabaram com o meu d_d' ia.
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
Mortes vãs
Tempo se passou
nos versos empoeirados
dos amigos-poetas tracejavam
nas poesias encorporados
Tudo foi esquecido: exércitos fraquejados.
Mundo a fora destruido
Rocas barrigas em vão gemido
Gastamos trustes farropilhos
por um tempo arrasado.
Bolsas sem valores e sem juízo
Vendem pobres em milhões
Vendem em sacolas as vidas alheias
enquanto fingimos acreditar na solidão.
Sorrisos esquecem dos massacres
morros acima, vidas a baixo
mortos humanos, sem qualquer dificuldade
e juntos só conseguimos:
gastar com facilidade
patrocinando o cemitério
dos mortos destruidores de vida.
Caixões, Viva a Vida
Engane mais mas venda.
nos versos empoeirados
dos amigos-poetas tracejavam
nas poesias encorporados
Tudo foi esquecido: exércitos fraquejados.
Mundo a fora destruido
Rocas barrigas em vão gemido
Gastamos trustes farropilhos
por um tempo arrasado.
Bolsas sem valores e sem juízo
Vendem pobres em milhões
Vendem em sacolas as vidas alheias
enquanto fingimos acreditar na solidão.
Sorrisos esquecem dos massacres
morros acima, vidas a baixo
mortos humanos, sem qualquer dificuldade
e juntos só conseguimos:
gastar com facilidade
patrocinando o cemitério
dos mortos destruidores de vida.
Caixões, Viva a Vida
Engane mais mas venda.
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
[amor]
Grande júbilo
juntar-me a ti
nos versos avermelhados
nos tons saborosos do amor
numa parada engarrafada de estupendo
sentimento
tuas pernas estreitando meus sentimentos a ti
teu calor simetricamente medido ao meu
tua boca devorando partidas de mim
gentios mordidas devorando meu juizo
pouco.
abraços, sentimentos, senos
contrariando, cosseno, a álgebra da verdade
somos muito mais que isso
somos Normais
Vem, você.
devorar o resto deixado e largado
da secura nordestina
do sol escaldante do sol impiedoso,
do corpo teu e bocas tuas
verdade: vem rápido.
Quente, teu prazer quente
tuas curvas vertiginosas
percepção da imaculada junção
de almas
simbolizando o conjunto
inteiro,
amor,
sexto
abraço
som
cabelos
bocas
coxas
apertos
Amor: nós.
juntar-me a ti
nos versos avermelhados
nos tons saborosos do amor
numa parada engarrafada de estupendo
sentimento
tuas pernas estreitando meus sentimentos a ti
teu calor simetricamente medido ao meu
tua boca devorando partidas de mim
gentios mordidas devorando meu juizo
pouco.
abraços, sentimentos, senos
contrariando, cosseno, a álgebra da verdade
somos muito mais que isso
somos Normais
Vem, você.
devorar o resto deixado e largado
da secura nordestina
do sol escaldante do sol impiedoso,
do corpo teu e bocas tuas
verdade: vem rápido.
Quente, teu prazer quente
tuas curvas vertiginosas
percepção da imaculada junção
de almas
simbolizando o conjunto
inteiro,
amor,
sexto
abraço
som
cabelos
bocas
coxas
apertos
Amor: nós.
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Púlpito Silencioso: a arte da morte
Já se foi a vida completa
vivemos uma vida controvérsia
cantos, gritos e cânticos
à morte, divino espanto
estupenda arte da criatura
deitar-se, esplêndido berço
da amarga tortura
de ficar calado, travando os beiços
Silêncio, ficamos na amargura
do desespero inversado no barulho
Troféus, títulos e a morte
enfeitam a vida
enquanto desfaçamos
fazer poesia calados
cantamos porno-singles
sem saber.
É a vida, silêncio
e arte
combinam:
na pobreza da'lma desfarçados
vivemos uma vida controvérsia
cantos, gritos e cânticos
à morte, divino espanto
estupenda arte da criatura
deitar-se, esplêndido berço
da amarga tortura
de ficar calado, travando os beiços
Silêncio, ficamos na amargura
do desespero inversado no barulho
Troféus, títulos e a morte
enfeitam a vida
enquanto desfaçamos
fazer poesia calados
cantamos porno-singles
sem saber.
É a vida, silêncio
e arte
combinam:
na pobreza da'lma desfarçados
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